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quinta-feira, 10 de maio de 2012

Ele matou a mulher e um cabo do Exército no domingo e também fazia parte de uma quadrilha em Porto Velho


           
 No último fim de semana sangrento
onde foram mortos duas vítimas de uma vez, fruto de um comportamento doentio de um policial militar de Rondônia, Ezequiel Galdino Ramos, ganha agora um novo fôlego, o policial marginal que tem em sua extensa ficha de serviços prestados pelo menos oito assassinatos agora também foi incluído numa quadrilha formada por ele e outros policiais. A investigação promovida pelo polícia Civil de Rondônia que demorou seis meses para ser concluída, chegou ao nome de todos os envolvidos e dentro desta lista Galdino, consta como um dos mais fortes membros.
            A quadrilha dava sustentação ao jogo de azar que tinha como líder maior o empresário Vicente Ferreira França que era o cabeça e principal beneficiário dos lucros obtidos com as operações criminosas que explorava além de outras fontes os famosos caça-níqueis, ao lado do empresário estava seu sobrinho, Ivan da Costa que organizou um braço protetor de todo o esquema que contava com vários policiais militares de Porto Velho: Giovane Brito, Evan Siqueira, Rildo da Silva Araújo, Fábio Cabral da Silva, Euzébio Queiróz de Souza, Edmundo Amaral Teixeira, Francisco Galvão, Marclei Campos Gomes, Jorge Fernando da Silva Pantoja e Galdino protagonista do duplo assassinato no ultimo domingo.
            Quem pensa que a quadrilha tinha só uma forma de atingir seus objetivos engana-se, eles utilizavam o dinheiro dos caixas das casas lotéricas de Vicente para financiar os prêmios dos jogos ilegais, principalmente os caça-níqueis, desta foram os lucros das máquinas entravam de forma legal no patrimônio do empresário dono de casas lotéricas em Porto Velho. Os crimes praticados pela quadrilha são: Contrabando, corrupção ativa e passiva, concussão e crime contra a economia popular.
            O excelente trabalho desenvolvido pela Polícia Civil de Porto Velho esteve sob o comando dos delegados Thiago A. Loiola, Francisco Borges, do Diretor Executivo da polícia Civil, Osmar Casa, de Lindomar Bezerra, Diretor do Departamento de Polícia Especializada (DPE) entre outros policiais que foram cerca de 160 homens.
            Em Humaitá Ezequiel Galdino Ramos já contava com a sua ida para Porto Velho onde responderia pelos últimos crimes na corregedoria da PM, mas devido à gravidade de seus muitos atos criminosos e até mesmo temendo que o caso pudesse cair no esquecimento, além de existir a possibilidade de resgate do policial agora bandido, ele foi transferido com autorização da justiça para o quartel do 54 BIS, nada mais justo para um elemento que acabou com a vida de um dos melhores soldados da corporação, tudo indica que agora, Galdino, um homem que deveria proteger a vida dos cidadão de bem, mas que optou por tirá-las deverá enfrentar a fúria da lei.

Haroldo Ribeiro

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